Muita bandeira da Copa. Nenhuma de Cristo.
Pintam ruas inteiras. Vestem a camisa. Compram, gritam, choram pela vitória. Mas onde está a bandeira do Rei?
Quando a Copa terminar, as ruas ficarão cinzas de novo. E Cristo? Ele continuará esperando — não em estádios, mas em altares, em hospitais, na Eucaristia, no próximo que sofre ao nosso lado.
Não condenamos o amor pelo futebol. Mas perguntamos: se tanta energia fosse derramada no Reino de Deus, como seria o Brasil?
"Não terás outros deuses diante de mim."